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CRÍTICA: ALICE NO PAÍS DAS TREVAS

 'Alice no País das Trevas'", Alice in Terrorland.





CRÍTICA: "Alice no País das Trevas" começa como uma narrativa sombria que desafia as convenções do conto clássico de Alice no País das Maravilhas. 



Dirigido por Richard John Taylor e produzido pela A2 Filmes, e

o filme transporta os espectadores para um mundo de mistério e intriga.


Em contraste com a versão tradicional, a adaptação mergulha no desconhecido, apresentando uma Alice interpretada por Lizzy Willis, cuja jornada se desenrola após um evento trágico em sua família. 



A atmosfera sombria e misteriosa permeia cada cena, criando um ambiente tenso.

Já na mansão da família, Alice se depara com personagens que desafiam sua percepção da realidade e a descoberta de segredos obscuros adicionam camadas de complexidade à trama, mantendo o público imerso em suspense.



O filme desafia as expectativas e convida o público a embarcar em uma jornada rumo ao desconhecido.


O filme não é recomendado para menores de 14 anos e tem uma duração de 1h e 17 minutos. 


A história poderia ser mais explorada, chega a cansar em alguns diálogos e tem um ritmo lento. 


Para quem curte este estilo, uma boa dica para ir ao cinema.


NÃO PERCA.


CONFIRA AQUI O TRAILER

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