Se você procura um filme que não desperdiça um segundo sequer de projeção, Justiça Artificial é a escolha certeira.
Com uma duração enxuta de 90 minutos, o longa entrega uma experiência frenética que redefine o que esperamos de um thriller investigativo de ficção científica.
Diferente de muitas produções de sci-fi que se perdem em exposições lentas, este filme opta pela adrenalina constante. Desde o primeiro ato, somos jogados em um futuro onde a linha entre a ética e a tecnologia é quase inexistente.
A narrativa é construída de forma que o espectador se sinta tão pressionado pelo tempo quanto os personagens, criando uma tensão palpável que não diminui até os créditos subirem.
O sucesso do filme repousa grandemente nos ombros de seus protagonistas:
Chris Pratt: Afastando-se de seus papéis mais cômicos, Pratt entrega uma atuação contida e emocionalmente carregada, convencendo perfeitamente como o investigador obstinado.
Rebecca Ferguson: Mais uma vez prova ser uma das melhores atrizes de sua geração. Sua presença de tela traz uma camada de mistério e sofisticação essencial para o tom "noir tecnológico" da trama.
A química entre os dois eleva o roteiro, transformando a investigação em algo pessoal e urgente.
Como obra de ficção científica, o filme brilha ao usar a tecnologia não apenas como acessório, mas como peça central do quebra-cabeça. Os plot twists são, sem dúvida, o ponto alto.
Quando você acredita que finalmente entendeu as regras do jogo, a história dá uma guinada completa. São reviravoltas sensacionais e genuinamente surpreendentes que recompensam quem presta atenção aos mínimos detalhes.
Justiça Artificial é um exercício de precisão narrativa. É inteligente, visualmente impactante e emocionalmente satisfatório, provando que um bom sci-fi não precisa de três horas para construir um universo complexo e envolvente¨.
Na trama, Pratt vive um detive que precisa provar sua inocência em 90 minutos em um tribunal controlado por Inteligência Artificial.
O longa de ficção científica estreia dia 22 de janeiro no circuito nacional.
Com distribuição da Sony Pictures, o filme é uma produção Amazon MGM, tem direção de Timur Bekmambetov ("Ben-Hur") e roteiro de Marco van Belle.
SINOPSE
Em um futuro próximo, um detetive (Chris Pratt) está sendo julgado, acusado de assassinar sua esposa. Ele tem 90 minutos para provar sua inocência à avançada justiça de Inteligência Artificial (Rebecca Ferguson) que ele mesmo ajudou a implementar, antes que ela determine seu destino.








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