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CRÍTICA: DESCONHECIDOS

O filme começa nos situando sobre o que vamos assistir: uma dramatização dos últimos assassinatos cometidos por um serial killer, dividida em seis capítulos.




 E é exatamente isso que ele entrega. A estrutura narrativa, no entanto, foge do convencional. 

Em vez de seguir uma ordem cronológica, os eventos são apresentados fora de sequência: capítulo 3, seguido do 5, 1, 4, 2 e 6. Pode parecer confuso no início, mas o roteiro amarra cada parte de maneira excepcional. 

Aos poucos, o próprio espectador, guiado pela montagem precisa, vai conectando as peças e entendendo o que está acontecendo, tornando a experiência instigante e envolvente.

Outro aviso dado logo no início é de que o longa foi totalmente filmado em 35mm, uma escolha estética que se reflete na granulação da imagem. 





O visual sujo e envelhecido remete aos filmes clássicos de suspense e, em alguns momentos, evoca até o estilo de Hitchcock.

A trilha sonora acompanha bem o tom da narrativa, alternando entre a tradicional música instrumental de suspense e inserções pontuais de pop, que quebram a tensão de forma calculada. 

As atuações seguem a proposta apresentada no início: têm um estilo que remete às dramatizações de programas policiais — mas de um bom programa policial. 

O elenco se entrega ao formato e consegue convencer até o final.

Embora o filme tenha estreado no exterior em 2023 e já possa ser encontrado facilmente, é uma experiência que vale a pena ser conferida no cinema. 




Para quem gosta de um bom thriller, a imersão na tela grande só torna tudo ainda mais envolvente.

Willa Fitzgerald, Kyle Gallner, Ed Begley Jr. e Barbara Hershey fazem parte do elenco. 


Quem assina a produção é Magenta Light, Miramax, Spooky Pictures, com distribuição nacional da Paris Filmes.


Chega aos cinemas em 03 de abril.


TRAILER


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