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CRÍTICA: TERRAS SELVAGENS

Crítica by  JHOW FOSTER: ¨Lançado em 1987 e estrelado por Arnold Schwarzenegger, Predador se tornou um ícone do terror e ficção científica na cultura pop. Desde então diversos filmes sobre a criatura foram realizados, alguns até com outra criatura icônica, Alien, onde são rivais e até animações também.




PREDADOR:TERRAS SELVAGENS, chega agora aos cinemas com a promessa de alavancar as bilheterias da franquia que até então parecia morta.

Aqui vemos nitidamente a mão da Disney, sem um pingo de violência, com humor que antes era inexistente nos filmes do Predador, fica claro que a Disney decidiu deixar a classificação etária o mais baixa possível para atrair um público maior, o que particularmente acho uma bobagem pois diversos filmes para maiores fazem enorme sucesso hoje em dia. 

O fato é que transformaram o Predador de vilão em herói, o que acredito que seja um tiro no pé. 
Elle Fanning aqui interpreta as gêmeas sintéticas, a boa e a má, os melhores diálogos são com ela, ótima como sempre.

Os efeitos especiais são caprichados mas é notável o quanto a Disney economizou, principalmente no gore inexistente. No mais é o filme mais Disney do Predador que se possa imaginar, para alguns pode ser bom, mas para outros...¨.

Quando as estrelas do novo filme souberam que fariam parte da franquia PREDADOR, ficaram totalmente entusiasmados, pois ambos eram fãs da saga e haviam gostado especialmente do trabalho de Trachtenberg em O PREDADOR: A CAÇADA.




O projeto se tornou ainda mais especial quando conversaram com o diretor, que compartilhou o entusiasmo pelo universo de PREDADOR.

Fanning conta:

“Ele me enviou o roteiro, eu li e fizemos uma chamada de vídeo em que ele me mostrou algumas ilustrações incríveis do mundo e me explicou sua visão para a história. Ouvir ele falar sobre isso e ver sua paixão foi muito emocionante”.

Schuster-Koloamatangi acrescenta:

“Basta conversar com ele para perceber que ele é um grande fã da franquia, do personagem e do universo de PREDADOR como um todo. Ter alguém tão apaixonado por esse mundo, contribuindo com novas e brilhantes ideias para uma franquia tão icônica, é como ter o ingrediente secreto. Dá para sentir esse amor; ele transborda”.

A paixão do diretor se refletiu automaticamente no set, onde os atores aproveitaram cada dia de filmagem em colaboração com Trachtenberg. Fanning diz: “Nós dois estávamos nas trincheiras todos os dias, literal e figurativamente. Foi sangue, suor e lágrimas dos dois, no melhor sentido possível. Dan é maravilhoso com os atores. Ele ama as cenas, ama os diálogos. Ele fez com que cada momento da experiência parecesse o mais autêntico possível”.

Schuster-Koloamatangi, por sua vez, destaca a clareza de visão do diretor, assim como sua energia positiva. “Ele realmente nos fazia sentir parte de algo especial, e todos os dias tínhamos vontade de ir trabalhar”, diz.

No filme, Fanning interpreta uma robô de alta tecnologia, dividida em duas partes e sem pernas, preá em um ninho em Genna, um planeta perigoso onde qualquer coisa pode matá-la. A atriz passou grande parte das filmagens presa a um arnês, com as pernas suspensas por cabos para que não tocassem o chão.


Fanning diz:

“A força necessária para ficar presa aos cabos é considerável. Dimitrius e eu ficamos presos costas com costas o tempo todo, voando pelo ar enquanto estávamos conectados. Tivemos que calcular o peso e a distribuição do corpo e aprender o método do carrinho de mão, onde eu me sentava em um carrinho de mão e Dimitrius me puxava. Depois, isso foi removido com efeitos visuais, mas ele precisava me carregar morro acima e fazer todo tipo de coisa”.

Nas cenas em terra, a produção cavou trincheiras para ela se sentar. Ela também teve que aprender a se mover com fluidez, como um robô de última geração.

Para dar vida a Dek, o Predador, Schuster-Koloamatangi teve que se preparar de diversas maneiras. Primeiro, ele recebeu treinamento para dominar o yautja, um idioma criado especificamente para o filme.

O ator explica:

“No começo foi difícil porque me eu precisava usar músculos diferentes na garganta, mas isso me ajudou a me transformar completamente em Dek. Ao falar o idioma, eu tinha que mudar toda a minha postura corporal para conseguir pronunciar as palavras”.

Por outro lado, Schuster-Koloamatangi passou por uma transformação física radical: usou lentes de contato, próteses nos braços e pernas, mãos e pés separados e um capacete com as tranças características de Dek.

“Eu carregava 15 quilos a mais, mas isso acabou sendo uma vantagem, porque os yautja são naturalmente mais pesados que os humanos. Meus movimentos naturais são rápidos e enérgicos, então foi bom ter o peso extra de toda aquele figurino”, garante o ator.

Tanto para Fanning quanto para Schuster-Koloamatangi, a experiência de filmar PREDADOR: TERRAS SELVAGENS foi fortemente marcada pelo trabalho colaborativo. A conexão entre os personagens principais transparece na tela e é resultado direto do vínculo forjado pelos atores no set. Atuar “costas com costas” por longas horas e dividir cenas fisicamente exigentes aproximou ainda mais os artistas.

Schuster-Koloamatangi diz:

“Foram dias longos e difíceis, em locações desafiadoras, e eu acho que quando você está nesse tipo de situação, é tudo ou nada. Algumas pessoas sucumbem diante da pressão, mas outras se unem e superam os desafios. Elle é uma dessas últimas, e isso facilitou o nosso trabalho em conjunto e a troca de ideias”.

Fanning, por sua vez, só tem elogios para seu colega de elenco, destacando sua energia contagiante e generosidade:

“Fiquei muito feliz em tê-lo no set, porque ele era o único outro ator. Nós fizemos a maioria das nossas cenas juntos, geralmente em uma única tomada... com suas tranças de Predador me acertando o tempo todo! Senti a presença dele em todas as cenas. Ele é uma pessoa incrível”.

PREDADOR: TERRAS SELVAGENS estreia exclusivamente nos cinemas em 6 de novembro em IMAX, Dolby Cinema, RealD (3D), Cinemark XD, 4DX, ScreenX e em telas premium do mundo inteiro.

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