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CRÍTICA: O ÚLTIMO MOICANO

CRÍTICA BY JHOW FOSTER: ¨Em O Último Moicano Joseph (Alexis Manenti), um dos últimos pastores de cabras da costa da Córsega, vive uma vida tranquila até que a máfia local aparece para tomar suas terras, visando um projeto imobiliário. 




Sob forte pressão, Joseph se recusa a vender e, após um confronto com um homem enviado para intimidá-lo, acaba deixando-o entre a vida e a morte. Isso dá início a uma caçada implacável, com a máfia perseguindo-o implacavelmente de sul a norte da ilha. 

Enquanto Joseph tenta escapar, sua sobrinha Vanina (Mara Taquin) espalha sua história, transformando-o em uma lenda viva de resistência e coragem. Em pleno verão corsa, a luta de Joseph pela sobrevivência se torna um símbolo de força e resistência contra um inimigo imbatível, desafiando as expectativas e mostrando que até mesmo os mais humildes podem se tornar heróis.

É uma pena que o filme tenha tomado um rumo de caça ao homem, onde os interesses econômicos e políticos da compra de terras poderiam ter sido explorados ao longo do filme.

Ótima atuação do ator, que mantém sua resistência contra a máfia apenas em seus olhos.
Revela-se uma Córsega rural oprimida pela grelha, menos glamorosa do que o habitual¨.

Direção: Frédéric Farrucci

Com: Alexis Manenti, Mara Taquin

 Gênero: Drama

 Duração: 87 minutos


TRAILER



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