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‘AQUI NÃO ENTRA LUZ’ ESTREIA NESTA QUINTA-FEIRA NOS CINEMAS.

Aclamado pela crítica, o documentário AQUI NÃO ENTRA LUZ, escrito e dirigido por Karol Maia estreia nesta quinta-feira nos cinemas.




O longa nesce de uma expeiência pessoa, filha de uma ex-trabalhadora doméstica, e reúne relatos de mulheres que trabalham ou já trabalharam como empregada doméstica e investiga como a herança da escravidão ainda se manifesta nos espaços domésticos brasileiros.

Distribuído pela Embaúba Filmes, o filme entra em cartaz em: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Goiânia, Niterói, Poços de Caldas, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Vitória.




Partindo de uma investigação iniciada em 2017, o filme tem como ponto de partida o “quarto de empregada”, espaço recorrente em casas e apartamentos brasileiros, entendido como uma continuidade simbólica da lógica da senzala e da Casa Grande.

Pequeno, isolado e frequentemente mal iluminado, esse cômodo revela como estruturas históricas de desigualdade permanecem naturalizadas na arquitetura e no cotidiano.






Filha de uma ex-trabalhadora doméstica, Karol Maia conduz a narrativa em primeira pessoa e desloca o foco da pesquisa para as histórias de mulheres que viveram nesses espaços.

O resultado é um documentário que articula memória, escuta e experiência pessoal para dar visibilidade a trajetórias marcadas por exploração, mas também por resistência, afeto e luta por direitos.




Ao reunir relatos de mulheres de diferentes regiões do país, o filme constrói um mosaico potente sobre o trabalho doméstico no Brasil, atividade exercida majoritariamente por mulheres negras e ainda marcada pela informalidade e pela precarização.

Mais do que revisitar o passado, AQUI NÃO ENTRA LUZ propõe uma reflexão urgente sobre as permanências estruturais que moldam o presente.

“Eu acredito que o Aqui Não Entra Luz é um filme sobre a história do Brasil porque, sem o trabalho doméstico, sem as trabalhadoras domésticas, sem as amas de leite, sem as babás, esse país sequer existiria como é hoje.




O trabalho doméstico é uma espinha dorsal do Brasil. O trabalho doméstico está no nosso imaginário, mas também está no cotidiano”, afirma a diretora à Rádio Brasil de Fato.

Produzido pelo Apiário Estúdio Criativo, com coprodução da Surreal Hotel Arts, o longa marca a estreia de Karol Maia na direção de longas-metragens.
SINOPSE
Entre memórias pessoais e pesquisas históricas, uma cineasta, filha de uma trabalhadora doméstica, percorre quatro estados brasileiros historicamente marcados pela escravidão.

Ao investigar como a arquitetura foi projetada para segregar corpos e sustentar hierarquias, ela encontra mulheres que enfrentam esse legado e lutam para que suas filhas possam sonhar outros destinos.

ELENCO
Miriam Mendes
Karol Maia
Cristiane Graciano
Marcelina Martins
Maria do Rosário Rodrigues de Jesus
Matildes Santos Pereira

FICHA TÉCNICA
Produção: Apiário Estúdio Criativo
Coprodução: Surreal Hotel Arts
Direção e Roteiro: Karol Maia
Produção Executiva: Paula Kimo
Direção de Fotografia: Camila Izidio, Carol Rocha
Direção de Fotografia Adicional: Wilssa Esser
Direção de Produção: Paula Kimo
Montagem: Cesar Gananian, Fer Krajuska
Som Direto: Thais Nália, Lyn Santos
Direção de Arte: Maíra Mesquita
Mixagem de Som: Henrique Staino
Finalização: Sem Rumo Projetos Audiovisuais
Pesquisa: Isabella Santos, Suzane Jardim
Distribuição no Brasil: Embaúba Filmes
Depois de examinar a dualidade que habita cada mulher em seu longa de estreia, Mulher Oceano, a diretora abraça um debate profundamente atual em ECLIPSE, que chega aos cinemas brasileiros em 7 de maio, ao expor a violência silenciosa que se esconde em comportamentos tóxicos.

A obra estreia nesta quinta-feira nas seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, João Pessoa, Ribeirão Preto, Florianópolis, Maceió, Curitiba, Porto Alegre e Brasília.

Enquanto Belo Horizonte, Salvador e Caxias do Sul recebem pré estreias especiais ainda nesta semana.

Produzido pela Mercúrio Produções, com co-distribuição da Pandora e patrocínio do BNDES e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, o longa nasceu após a cineasta tomar conhecimento de um caso real: o de uma mulher que descobriu que o próprio marido a difamava e ameaçava de morte em um fórum na internet.

A partir desse ponto, Djin imaginou o encontro entre uma astrônoma grávida e sua meia-irmã de origem indígena — um encontro que destrava memórias reprimidas e expõe camadas ocultas de relações abusivas, no passado e no presente. Do choque entre ciência e ancestralidade, emerge uma jornada marcada por intuição, investigação e transformação.

Protagonizado pela própria diretora, atriz com mais de duas décadas de carreira, o filme reúne ainda nomes conhecidos do público, como Sergio Guizé, que recentemente estrelou a novela Êta Mundo Melhor!, e Lian Gaia, da série DOM e da novela Vai na Fé.

ECLIPSE conta também com presenças fundamentais do cinema brasileiro, como Luís Melo, Selma Egrei, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce e a icônica Helena Ignez, mãe da diretora e uma das artistas mais revolucionárias do país.

“Ao tratar da relação entre mulheres e do convívio entre pessoas de diferentes origens, o filme Eclipse reflete questões essenciais para o Brasil de hoje.

O BNDES tem um compromisso permanente com diversidade e se alegra de apoiar produções com narrativas que refletem a pluralidade do Brasil”, comenta Marina Moreira Gama, superintendente da Área de Relacionamento, Marketing e Cultura do BNDES.

O filme teve estreia mundial na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, em outubro passado, e seguiu para o San Diego Latino Film Festival, nos Estados Unidos, e o İstanbul International Spring Film Festival, na Turquia.

Agora, ao chegar ao circuito comercial, ECLIPSE convida um público mais amplo a refletir sobre como a violência contra a mulher — tão presente no noticiário — pode nascer de forma silenciosa em relações marcadas pela intimidade e pela confiança.

FICHA TÉCNICA
Direção: Djin Sganzerla
Roteiro: Djin Sganzerla e Vana Medeiros
Produção: Djin Sganzerla
Consultoria de Roteiro: Aleksei Abib
Contribuição no Roteiro: Marcos Arzua
Elenco: Djin Sganzerla, Sergio Guizé, Lian Gaia, Selma Egrei, Helena Ignez, Luís Melo, Clarisse Abujamra, Gilda Nomacce, Pedro Goifman e Julia Katharine
Direção de Fotografia: André Guerreiro Lopes
Direção de Arte e Figurino: João Marcos de Almeida
Montagem: Karen Akerman, edt e Karen Black, edt
Som: George Saldanha, ABC
Trilha Sonora Original: Gregory Slivar
Desenho de Som e Mixagem: Edson Secco
Produção Executiva: Vitor Cunha
Direção de Produção: Roberta Cunha
Direção de Elenco (Casting): Patricia Faria
Pós-Produção: Clandestino
Produção: Mercúrio Produções
Criação de Trailer: Movietrailer
Assessoria de Imprensa: Sinny Assessoria e Comunicação.

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