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'O CONDE DE MONTECRISTO' ESTREIA EXCLUSIVA NO UNIVERSAL+

O UNIVERSAL+ estreia na próxima terça, 4 de agosto, com exclusividade no Brasil, O CONDE DE MONTECRISTO.




Uma coprodução entre França e Itália, a minissérie de oito episódios, disponível na íntegra, é assinada pelo prestigiado diretor dinamarquês Bille August (Pelle, O Conquistador) e coescrita por Sandro Petraglia e Greg Latter, baseada no clássico romance homônimo publicado pelo escritor francês Alexandre Dumas (1802-1870) como folhetim entre 1844 e 1846.

A série é uma reinterpretação do texto original, uma produção de alto nível que se destaca pela abordagem cinematográfica que August imprime a cada episódio para contar a famosa história de amor, vingança e redenção.

BILLE AUGUST RESPONDE COM EXCLUSIVIDADE:

1. Como foi o processo de transformar a história de O Conde de Monte Cristo em uma série?

Bille August: Sempre foi uma das minhas histórias favoritas, e quando me propuseram fazer uma série sobre ela, eu disse: “Finalmente poderemos contar toda a história.” O que me fascina é a complexidade da narrativa, mas também o fato de Edmond Dantès decidir se vingar de todas as pessoas que lhe fizeram mal.

A vingança como força destrutiva, que o impede de amar, é uma mensagem importante. A vingança é uma força que destrói, e isso era algo que eu queria contar.

2. Quais são os principais temas da história?

Bille August: É uma história tematicamente complexa, com muitas camadas, mas tudo aponta para a mesma direção: a vingança é uma força poderosa. Esta história ilumina isso porque o protagonista é destruído por sua obsessão com a vingança.

Ao mesmo tempo, é interessante como Edmond se justifica, como se acreditasse no destino. Se o destino não resolve algo, então o homem deve fazê-lo e essa é sua explicação para buscar vingança, o que me fascina.

3. Quais foram os principais desafios do projeto?

Bille August: Foi um grande desafio criar uma única força narrativa, porque a história tem 91 personagens. Passamos cerca de seis meses buscando os atores certos para cada papel.

Fizemos muito casting pela Europa, e precisávamos ser muito precisos na escolha de cada intérprete. Mas o tempo investido trouxe excelentes resultados.

4. Como entra a criatividade do diretor em uma adaptação como essa?

Bille August: Sempre que você adapta uma obra literária, precisa fazê-la funcionar na tela. Se apenas transfere o livro literalmente, você cria uma “literatura ilustrada”, e isso não funciona. É preciso fazer mudanças e reduzir subtramas.

Alexandre Dumas fez um trabalho extraordinário com sua história incrível. Ele começou a escrever imaginando esse universo enorme, e isso me impressiona muito. Foi necessário adaptar e ajustar para que funcionasse na tela.

O que mais gosto na série é que conseguimos contar a história completa, porque ela merecia ser contada assim. Encontramos a diversidade necessária.

5. Como foi filmar em três países?

Bille August: Sempre soubemos que seria um grande desafio. A história se passa principalmente em Paris, que hoje é muito diferente, mas conseguimos encontrar locações específicas para todas as cenas, assim como em Malta.

A própria história nos guiou para onde deveríamos filmar. Acho que esta série tem um altíssimo nível de produção e é cinematograficamente espetacular.

Não perca a estreia da minissérie O CONDE DE MONTECRISTO no dia 4 de agosto, exclusivamente no UNIVERSAL+.

Disponível no Universal+ pelas plataformas Prime Video, Claro TV+, Vivo TV, Meli+ e UOL Play.

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