Os produtores de O Diário de Bridget Jones e Simplesmente Amor apresentam sua mais recente e adorável comédia romântica, Procurando Emily.
O sensível jovem músico Owen (Spike Fearn) conhece a garota dos seus sonhos durante uma esticada noturna no grêmio estudantil da Universidade de Manchester. Eles flertam, bebem, dançam, e então, de repente, ela é levada por suas amigas noite adentro, rumo à próxima festa. Owen pensa rápido, pede seu nome e número, mas quando envia uma mensagem na manhã seguinte, descobre que falta um dígito.
Determinado a reencontrá-la, Owen parte em uma busca com a única informação que possui — seu primeiro nome. Mas sua jornada toma rumos inesperados quando ele encontra a cínica e determinada estudante americana de psicologia Emily Raine (Angourie Rice), que vê em Owen potencial para um estudo de caso perfeito para sua tese sobre a futilidade do apego romântico.
Juntos, eles acabam desencadeando inadvertidamente um frenesi hilário por todo o campus, que vira o mundo do apaixonado Owen de cabeça para baixo, forçando Emily a questionar suas próprias escolhas, enquanto os dois parceiros dessa improvável dupla refletem sobre o que o futuro pode reservar.
A Focus Features apresenta uma produção da Working Title, em associação com a Parkville Pictures, Procurando Emily, estrelada por Angourie Rice, Spike Fearn e Minnie Driver. A direção é de Alicia MacDonald, com roteiro de Rachel Hirons (séries A Guide to Second Date Sex e Beija-me Primeiro, Entre Amigas), produção de Tim Bevan, Eric Fellner, Olivier Kaempfer, com Angela Moneke, Thea Paulett, Alexandra Lowey e Cecilia Frugiuele na produção executiva. Douglas Cox é coprodutor, e Claire O’Neill, produtora associada.
A equipe de produção criativa da diretora Alicia MacDonald nos bastidores de Procurando Emily inclui a diretora de fotografia Rachel Clark; o designer de produção Bobbie Cousins; o editor Phil Hignett; a figurinista Sara Hassan; a designer de Cabelo & Maquiagem Janet Horsfield; e a trilha sonora foi composta por Morgan Kibby.
Uma carta de amor aos encontros e desencontros, às amizades inesperadas e ao espírito vibrante de Manchester e sua icônica cena musical, Procurando Emily está previsto para estrear a partir de 17 de setembro.
Procurando Emily apresenta uma rica tapeçaria de personagens, todos engraçados e falhos, mas bem-intencionados, propensos a mal-entendidos, ciúmes e desgostos, mas ainda assim transbordando compaixão, criatividade, espontaneidade e humor.
Para interpretar Emily Raine, a equipe de produção escolheu Angourie Rice. A elogiada atriz australiana é conhecida por seu trabalho na minissérie da HBO, vencedora do Emmy, Mare of Easttown, ao lado de Kate Winslet e Jean Smart; no musical Meninas Malvadas, de 2024; e na minissérie A Última Coisa que Ele me Falou, pela qual recebeu críticas entusiasmadas por sua atuação ao lado de Jennifer Garner.
Segundo o produtor Olivier Kaempfer, “Angourie Rice era alguém que sempre admiramos como atriz e mostrou um espectro de versatilidade tão amplo, seja em comédia mais intensa como Meninas Malvadas ou na tensão dramática de Mare of Easttown.
Emily precisava desse nível de complexidade para que acreditássemos em sua missão e ambiguidade moral, mas ainda assim torcêssemos por ela. Felizmente, Angourie aceitou o papel, e assim que conheceu Alicia, ficou claro que seria a escolha perfeita para o projeto”.
A atriz descreve Emily “como uma pessoa bastante caótica, e também muito inteligente, que sabe quais são seus objetivos e como chegar lá — mas tem ideias malucas e às vezes diz cada coisa! Gosto da espontaneidade, energia e do entusiasmo dela”.
Logo depois de literalmente encontrar Emily, a equipe de produção começou a buscar o Owen perfeito. Após rodadas de testes, eles ficaram radiantes quando Spike Fearn, conhecido por seu trabalho em filmes como Alien: Romulus e Aftersun, drama indicado ao Oscar, de Charlotte Wells, ficou disponível para o projeto.
“Parecia que tínhamos encontrado o que procurávamos — alguém com substância e autêntico. Ele não era o típico refinado protagonista de comédia romântica, mas tinha todo o magnetismo que se espera de um, e ainda era muito empático e cativante.
Spike deu a Owen a energia crua e guiada pelo coração que era o equilíbrio perfeito com as motivações mais calculadas e guiadas pelo cérebro da Emily de Angouri”, diz Kaempfer.
De fato, por mais ambiciosa e direta que Emily Raine seja, o Owen de Spike Fearn, é aberto e vulnerável, caloroso e engraçado. “Ele é simplesmente doce”, diz o ator.
O passo final foi organizar uma leitura de química entre os dois atores em Londres. Suas energias contrastantes eram perfeitamente complementares, afirma o produtor Kaempfer: “Juntos, criaram algo muito potente. Todo mundo concordou que tínhamos encontrado um casal especial, e que tínhamos nossos Owen e Emily”.
Com Angorie Rice e Spike Fearn como pilares do elenco, a equipe de produção trabalhou para compor um elenco eclético de atores coadjuvantes para interpretar seus familiares, amigos e mentores.
Na universidade, Prassana Puwanarajah interpreta a conselheira de Emily (e fã declarada da dupla Wham!), a Professora Westlake. Minnie Driver, atriz indicada ao Oscar, que interpreta a reitora Emily Watkinson, comenta sobre o que a atraiu na produção: “Acho que estamos vivendo em uma época em que a autenticidade radical é quase impossível de encontrar.
Este é um filme profundamente autêntico porque é rude e um pouco cheio de crostas, e as crianças estão falando sobre coisas que todos nós temos um pouco de medo de falar. Isso é legal — e muito engraçado”.
O elenco traz também Sadie Soverall (Saltburn) como a Emily “original”, a jovem que Owen conhece e por quem se apaixona; Jack Riddiford (série We Are Lady Parts), no papel do irmão mais velho de Owen, Matt; Isabella Laughland (série Fundação) como a namorada de Matt, Freya; e Amber Grappy (série O Bebê) como Rhea, a amiga de Freya.
Em torno de Emily estão Cora Kirk (No Seu Natal ou No Meu?) como a colega de quarto de Emily, Anna; Timothy Innes (série The Last Kingdom) interpreta Tristan, o crush casual que Emily não consegue superar; Kat Ronney (série Dinosaur) é a fogosa presidente do centro acadêmico Emily Thewlis; e Nadia Parkes (minissérie Sequestrada: A História de Chloe Ayling) é a podcaster do campus, Laura Lewis.
O produtor Olivier Kaempfer credita à diretora de elenco do filme, Aisha Bywaters, conhecida por seu trabalho em séries de TV como Black Ops, Eu, Meu Pai e um Bebê, Queenie e We Are Lady Parts, a reunião do brilhante elenco:
“Ela e sua equipe encontraram atores incrivelmente talentosos, autênticos e únicos que tornam cada momento na tela — até mesmo uma única fala, ou o menor papel coadjuvante — o mais memorável e impactante possível. Foi um prazer trabalhar com cada um dos atores coadjuvantes.
O fato de haver uma química tão forte entre todos do elenco fora das telas também é uma prova do competente processo de seleção que os trouxe para a produção”.
A lista de bandas lendárias que surgiram de Manchester é interminável. Então, naturalmente, a música precisava desempenhar um papel fundamental em Procurando Emily, como explica a diretora Alicia MacDonald:
“A música sempre teria um papel vital, e queria que fosse o coração pulsante, um elemento determinante da linguagem emocional do filme. Além de nosso protagonista ser um músico em dificuldades, a música parecia o cenário e um personagem em si”.
A equipe de produção recrutou Morgan Kibby para compor a trilha sonora do filme — pianista clássica, violoncelista e vocalista, Kibby foi membro de longa data do grupo francês M83 e trabalhou com artistas como Harry Styles e Lady Gaga. Ela já compôs trilhas para filmes como O Domingo das Mães e séries de TV como O Poder, da Amazon.
“Fiquei empolgada com a possibilidade de ajudá-los a criar um mundo musical para um filme ambientado em Manchester, e acho que meu trabalho como membro de uma banda de música, além de compositora, foi um bônus maravilhoso para a equipe”, diz a compositora.
Enquanto Morgan Kibby e a diretora Alicia MacDonald começavam a discutir a direção para a trilha sonora do filme, Morgan diz que aconteceu uma certa dose de tentativa e erro musical: “Definitivamente foi uma trilha sonora forjada em muitos momentos de ‘spaghetti na parede’, em especial em nossas demos iniciais. Procurando Emily é repleto de exuberância e descobertas juvenis, e Alicia tinha uma visão clara em termos de identificar o que queria que a música alcançasse emocionalmente do início ao fim. Isso sempre foi respeitado para garantir que mantivéssemos o pulso das referências musicais dela em Manchester, fenomenais e muito inspiradoras”.
A compositora diz que o cenário do filme teve uma enorme influência na trilha sonora, pois ela estava animada para explorar os diversos gêneros musicais que surgiram em Manchester nas últimas cinco décadas. Essa exploração tornou-se fundamental para o seu processo criativo de composição: “Seja nos anos 1980, 1990, electro, folk ou rock, a música que sai de Manchester é sempre inteligente, visionária e criativamente livre de uma forma muito especial e única.
Queríamos canalizar o espírito de ‘tudo é possível’ e, com sorte, também prestar homenagem aos artistas incríveis que sempre parecem surgir na cidade. Meu objetivo sempre foi incluir sons familiares de algumas das nossas músicas favoritas para que o ouvido vibrasse com uma espécie de reconhecimento subconsciente”.
O centro da trilha virou um tema de amor improvisado, uma melodia de piano que reverberava os temas tradicionais de Emily e Owen:
“A melodia principal do piano simplesmente fluía, e em duas tomadas, foi gravada e nunca mudou de verdade. Gosto de pensar que é terno, ingênuo, um pouco hesitante e, acima de tudo, esperançoso. Owen e Emily estão em uma fase maravilhosa da transição para a vida adulta e, assim que ficou pronto, Alicia sentiu que havíamos encontrado nosso cerne musical”, comenta Morgan.
Para reunir as canções da trilha sonora, a equipe de produção recorreu ao supervisor musical Iain Cooke, cujos créditos incluem a série Demais (Netflix), com Lena Dunham, e a cinebiografia de Amy Winehouse, Back to Black: “A visão de Alicia sempre foi fazer algo um pouco diferente. Todos conhecemos as atrações principais de Manchester, mas não se trata apenas de colocá-las no filme, e sim de olhar para além da superfície e usar clássicos esquecidos ou garimpar discos de vinil e desenterrar músicas de artistas incríveis talvez ainda não ouvidas na tela. Queríamos que a trilha sonora geral tivesse uma rigorosa curadoria fiel a Manchester e ao noroeste da Inglaterra, mas única e distinta para Procurando Emily de forma inerente e autêntica”.
Com esses objetivos em mente, Cooke escolheu incluir artistas locais como The Durutti Column e Black Grape na trilha sonora. Ajudando ainda mais a diferenciar o filme estão as participações de grupos como W.H. Lung, que apresenta a faixa “How to Walk” no famoso Night and Day Cafe.
O lendário teatro de shows e espetáculos de música no Northern Quarter recebeu muitas das bandas mais conhecidas de Manchester ao longo dos anos, especialmente quando ainda eram menos conhecidas e em ascensão.
“Vi muitas bandas incríveis em ascensão em Manchester, mas foi o W.H. Lung que me atraiu em especial”, diz a diretora Alicia MacDonald: “Eles tinham um som tão inovador que misturava diferentes gêneros, e suas letras eram tão lindas — além disso, eu sou fã de um synth-pop melancólico. A cena exigia uma faixa bastante animada e enérgica, mas eu gostei de ‘How to Walk’ por ser barulhenta, mas liricamente esperançosa e romântica”.
Em Procurando Emily, o músico Owen sobe ao palco, juntando-se ao grupo para tocar um pouco mais de guitarra: “Eu realmente gosto do fato de ele ser músico. Aprendi a cantar e tocar violão um pouco, então tem sido bom”, diz o ator sobre seu personagem.
Para ajudá-lo em sua preparação, Spike Fearn estudou com o também britânico Iwan Gronow, baixista de Johnny Marr, vocalista do Sea Fever e ex-integrante da banda de indie rock Haven. O vocalista do Haven, Gary Briggs, e o treinador vocal Eoin Mallon ajudaram com os vocais. O treinamento foi importante, diz a diretora, para que Fearn parecesse natural em seu tempo sob os holofotes: “Foi um treinamento musical intenso.
Quando chegou a cena em que Owen é chamado para o palco, eu quis encaixá-lo em uma banda de verdade, em vez de construir algo em torno dele, pois parecia mais autêntico. O próprio Spike foi incrivelmente dedicado e aprendeu tudo tão rápido!”
O ator teve a oportunidade de tocar e cantar sozinho em cenas em que Owen mostra a música que escreveu para Emily, uma ode agridoce às conexões perdidas, escrita pelo artista de Manchester, Antony Szmierek. “Ele é um poeta de verdade, um músico brilhante e um ser um pouco etéreo.
Eu já era uma grande fã dele antes do filme, então ele foi minha primeira escolha para escrever a música. Quando recebi um rascunho inicial da faixa enquanto filmávamos, eu comecei a chorar no set. Ele tinha conseguido penetrar na pele de Owen de forma tão fácil e bonita, era vulnerável e gentil, mas ao mesmo tempo trazia em uma enorme ideia cósmica”, comenta a diretora.
Além disso, Procurando Emily conta com a banda Blossoms, que apresenta a (apropriadamente intitulada) “There's a Reason Why (I Never Returned Your Calls)”, do álbum Cool Like You, de 2018: “A Blossoms estava alegremente escrita no roteiro desde o início como uma espécie de sequência de cenário de sonho. Eles são músicos muito inteligentes e cheios de alma, com uma vibração tão única, e eu adoro o jeito que eles se vestem!”, conta Alicia MacDonald.
A banda concordou em se apresentar durante a sequência ambientada no baile de formatura da universidade que, no Reino Unido, é uma celebração formal de fim de ano, com jantar e dança. O supervisor musical Iain Cooke comenta: “Achamos que seria bem divertido e subversivo ter a Blossoms como uma pequena referência à história e narrativa geral do filme. Como é um sucesso, funcionou bem em todos os aspectos”.
E PARA CONCLUIR...
Dando nova vida ao gênero comédia romântica, Procurando Emily fala de todas as ansiedades da nossa era moderna. Em sua busca para provar que todo mundo apaixonado é “uma ovelha neandertal autossabotadora”, Emily Raine acaba caminhando para uma direção inesperada, e é um prazer ver seu caminho de vida colidir com o de Owen.
O ator Spike Fearn diz: “O filme é doce e simplesmente faz você se sentir bem”. Sua colega de cena, Angourie Rice acrescenta: “As comédias românticas voltaram! É o que todo mundo está dizendo, e eu acho que estamos adicionando um filme tão divertido e empolgante ao cânone das comédias românticas”.
“O público verá uma história real e bonita sendo contada em lugares por onde passaram e não prestaram atenção de verdade”, diz o designer de produção Bobby Cousins, que continua: “As pessoas de Manchester provavelmente vão parar para olhar, o que é perfeito. Acho que pessoas de mais longe vão enxergar o caráter vibrante da cidade. Tudo isso junto, cria um filme adorável.”











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